sábado, 7 de novembro de 2009

Os riscos de permanecer na zona de conforto

Tudo vai bem, quando a tranquilidade torna-se uma constante. Não há surpresas desagradáveis, a rotina no trabalho não exige muito do colaborador. Contudo, apesar de acreditar que está em uma situação confortável, ele não imagina que a chamada zona de conforto em nada é benéfica à sua carreira e pode comprometer seriamente o desenvolvimento profissional.
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Nada há de errado em querer sentir-se seguro e confortável, mas o meio organizacional exige cada vez mais que as pessoas trabalhem novas competências, sejam técnicas ou comportamentais. Afinal, a competitividade é uma realidade e quem não acompanha as tendências do mercado corre o risco de perder espaço para a concorrência. Abaixo, algumas alternativas e motivos para que os trabalhadores fiquem bem longe da zona de conforto e digam "NÃO" à acomodação.
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1- Em um mercado em que as informações circulam em uma velocidade cada mais acentuada, é preciso estar "conectado" às novidades que surgem na sua área de atuação e aos assuntos que estão relacionados ao negócio.
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2- A zona de conforto tem um aliado "invisível": a falta de comunicação interna. Quem não sabe o que ocorre na organização em que atua pode deixar, por exemplo, de participar de algum treinamento ou reciclagem. Por isso, procure manter-se bem informado com as iniciativas promovidas pela área de Treinamento & Desenvolvimento. É fundamental obter informações em fontes seguras, não esqueça esse detalhe.
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3- Com os constantes processos de mudança, os profissionais deparam-se com inovações e essas, por sua vez, pedem adaptações. Quem insiste em se manter na zona de conforto, certamente sentirá um impacto maior ao ter que lidar com o novo, o inesperado. Isso, muitas vezes, leva o profissional a se desligar da organização.
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4- A zona de conforto é um caminho perigoso, pois com o passar do tempo o profissional assimila a rotina de tal forma, que não encontra motivação para exercer suas atividades. Muitos deixam de valorizar até o próprio potencial.
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5- Quem senta na cadeira e espera as coisas acontecerem, geralmente observa que outros profissionais estão em escala de ascensão na carreira. Isso pode provocar inveja, sentimentos de rejeição em relação à liderança e à organização. Esses sentimentos não agregam valor algum nem ao profissional e à empresa.
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6- Quando o funcionário cai na armadilha da falta de motivação - em decorrência de se estagnar na zona de conforto - o estresse pode aparecer e junto com ele sintomas que afetam tanto o lado emocional quanto o orgânico. Baixa autoestima, enxaquecas, alteração na pressão arterial, problemas gástricos são comuns nessa fase.
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7- Para quem não deseja cair nas armadilhas e nas consequências que a zona de conforto pode proporcionar, uma alternativa é abrir espaço para a oxigenação, a troca de experiência e de informações com outros profissionais que podem estar ao seu lado. Lembre-se que você sempre pode ensinar e também aprender com seus pares e que a bagagem de conhecimento é um patrimônio seu.
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8- Muitos colaboradores chegam ao período da aposentadoria e sentem que algo a mais poderia ter sido feito? Que a vida "passou" e nada fez de valor. Isso pode ocorrer porque a pessoa não desenvolveu seu potencial. Não é "do nada" que os casos de depressão acontecem quando o profissional ingressa nessa nova etapa da vida - período em que deveria aproveitar para realizar uma atividade empreendedora, dedicar mais tempo a quem ama e engajar-se em atividades que lhe dão prazer. Você quer fazer parte do grupo: o tempo passou e não fiz nada com minha vida? Acredito que não!
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9- As pessoas que optam por ficar longe da zona de conforto vão em busca do desenvolvimento de novas competências. Elas não esperam apenas que empresas ofereçam ferramentas. Elas criam oportunidades e aumentam as chances de empregabilidade.
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10- Se você reconhece que está na zona de conforto, esse é o primeiro passo para sair dela. Um bom começou é ter uma conversa com seu gestor e trocar ideias com ele. Mostre seu interesse em querer evoluir. Pergunte que ferramentas a empresa oferece para seu desenvolvimento profissional. Esse bate-papo pode gerar surpresas agradáveis e bons frutos para seu futuro.
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Patricia Bispo
Acesse este e outros artigos no maior portal de RH da internet: www.rh.com.br

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Como conquistar o emprego dos sonhos


Dramaturgo. CEO de empresa multinacional. Presidente da República. Zelador de ilha paradisíaca. Cantora Pop. Jogador de futebol. Diretor de cinema. Atriz de Hollywood. Piloto de Fórmula 1. Top Model. Quando questionadas sobre qual seria seu emprego dos sonhos, essas são algumas das respostas que costumamos ouvir das pessoas. Algumas têm coragem para expor essas vontades. Outras sonham com isso secretamente, pois entendem que é pouca a possibilidade desse sonho se tornar real.
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Porém, se pudéssemos trazer o tão falado emprego dos sonhos para uma realidade palpável, como ele seria? Existe um ideal tangível para emprego dos sonhos? Por mais difícil que seja acreditar, sim, existe. De primeira impressão, podemos pensar que ele se materialize na forma de ganhar dinheiro, benefícios, ter conforto. Mas conversando com os especialistas a respeito, descobrimos uma outra realidade; os profissionais não querem só bens materiais. Eles querem, na grande maioria das vezes, se sentir úteis, insubstituíveis, ter oportunidades de crescer e de contribuir. Eles querem desenvolvimento de carreira. Querem desafios.
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sábado, 24 de outubro de 2009

Construa um bom time e colha os resultados


Seminário Internacional - Michael Useem 2009
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“O que é liderança e quando ela faz diferença?”. Com essa pergunta, Michael Useem abriu o seminário "Momento de Liderar", no qual foram discutidos temas cruciais para as organizações se manterem no topo.
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Michael Useem iniciou o Seminário Internacional pedindo aos participantes que se apresentassem e tentassem conhecer um pouco uns aos outros. A dinâmica demonstrou o que o professor da Wharton School considera um dos pilares de uma boa liderança: as pessoas e os relacionamentos que elas mantém.
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Leia este artigo na integra no site HSM On Line

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Rede Social do Blog Você Executivo

O Blog Você Executivo está começando sua própria rede social. Isso mesmo!

Agora podemos ter maior interação nas mais diversas opções que a Rede Você Executivo disponibiliza.

São fóruns, bate-papos, mensagens. Tudo para desenvolver ainda mais nosso conhecimento através da troca de informações e discussões sobre os posts do blog.

Faça parte de uma Rede de Relacionamento que realmente agrega valor a sua carreira.

Rede Você Executivo, pois seu desenvolvimento só depende de você!
Acesse a Rede clicando aqui.

sábado, 17 de outubro de 2009

Quem disse que preguiça é pecado?


Às 10 da manhã, Markus Frind sai de seu apartamento rumo ao trabalho. É uma curta caminhada pelo centro da cidade canadense de Vancouver, mas o percurso parece difícil. Não porque Frind seja preguiçoso. Bem, ele é um tanto preguiçoso, mas essa é uma outra história. O problema é que ele ainda está se habituando à ideia de um trajeto até o trabalho cuja distância seja maior do que entre sua sala e seu quarto.
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A empresa de namoros online de Frind, Plenty of Fish, está recém-situada no 26º andar de um arranha-céu na cidade. O espaço reluzente poderia facilmente abrigar 30 empregados, mas quando Frind entra há um silêncio assustador - apenas uma sala com carpete novo, paredes cheirando a tinta e oito monitores de computador de tela plana. Frind derruba a sua bolsa e senta-se diante de um deles. Olha para a mesa. Há um pedido de US$ 180 mil esperando por sua assinatura. É da VideoEgg, uma empresa de São Francisco que está pagando para Frind exibir uma série de comerciais da cerveja Budweiser no Canadá. Como a maioria de seus contratos de publicidade, este encontrou Frind. Ele nem sequer tinha ouvido falar da VideoEgg até uma semana atrás. Mas geralmente você atrai a atenção dos anunciantes quando está gerando 1,6 bilhão de páginas da web por mês.
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"1,6 bilhão", diz Frind lentamente, estalando os lábios no "bi". "Talvez haja dez sites nos Estados Unidos com mais do que isso." Cinco anos atrás, ele criou o Plenty of Fish sem dinheiro ou plano e com conhecimento precário de como montar uma empresa na web. Hoje, segundo a firma de pesquisas Hitwise, sua criação é o maior site de namoros na internet dos Estados Unidos e possivelmente do mundo. Seu tráfego é quatro vezes maior que o da pioneira dos namoros Match, que tem centenas de funcionários. Até 2007, Frind não tinha equipe. Atualmente, ele emprega apenas três funcionários de atendimento ao cliente, que verificam mensagens spam e deletam imagens de pessoas nuas do site, enquanto Frind cuida de todo o resto.
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Incrivelmente, Frind montou sua empresa de modo que "todo o resto" significa quase não fazer nada. "Eu geralmente faço tudo na primeira hora", ele diz, antes de uma pequena pausa para pensar melhor. "Na verdade, é nos primeiros dez ou 15 minutos." Para demonstrar o que diz, Frind vira-se para seu computador e começa a mexer em um software gratuito que ele usa para gerenciar seu inventário de publicidade. Enquanto isso, ele se queixa do alto índice de Imposto de Renda no Canadá, um problema sério, considerando-se que a Plenty of Fish registrou uma receita de US$ 10 milhões em 2008, com margens de lucro superiores a 50%. Seis minutos e 38 segundos depois de começar seu dia de trabalho, Frind fecha o navegador da web e anuncia: "Terminei".
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sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Puxa-saco, eu?

Política no trabalho costuma dar bons resultados, mas tem de ser bem-feita para não parecer mera bajulação
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A figura é conhecida. Mal chega ao escritório, já passa pela sala do chefe para um sonoro bom-dia, antes até de guardar os pertences.
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Na hora do almoço também não dá folga. Insinua-se das mais diversas maneiras e acaba arrumando uma vaga na mesa dos superiores. Pode ser engano, mas todo mundo jura que é nesse momento que ele entrega os colegas.
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E os elogios exagerados? O chefe é o mais elegante, tem um poder impressionante de persuasão, é dinâmico, sábio, experiente e suas idéias parecem saídas da cabeça de um gênio. Ninguém agüenta mais. Nem o chefe.
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Claro que essa dramatização pode vir de um reles bajulador interessado em compensar com agrados a falta de competência para subir rapidamente na carreira. Mas nem sempre é a explicação. É possível que seja pura falta de jeito para lidar com a tão recomendada política no trabalho, que os consultores garantem ser imprescindível para a ascensão profissional.
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Se há duas pessoas igualmente capazes buscando uma promoção, sendo uma agradável, bem-humorada e sempre à disposição da chefia, e a outra tímida, fechada, quem você acha que será escolhida? Sim, a que se movimenta com mais desembaraço. ''O bom profissional é o expert na função e também bom espumeiro'', define Felipe Assumpção, presidente da Spencer&Stuart, consultoria especializada em encontrar talentos para as empresas.No jargão dos profissionais de recursos humanos, espumeiro é aquele que cria oportunidades para expor as idéias e divulgar uma imagem positiva de si próprio.
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Cada um procura a melhor maneira para dar conta disso. A consultora de negócios paulista Mara Regina Diamantino assume que não economiza energia para agradar a diretora da empresa, Rosane Deffune. Também não se incomoda com prováveis comentários maldosos dos colegas. ''Sempre que posso almoço com a chefinha, trago uma bala, um chocolate'', admite. O último presente foi um perfume francês no dia de seu aniversário. ''Não vejo nada de errado na minha atitude, gosto de me dar bem com todo mundo'', explica. ''Além disso, tenho certeza de que sou boa profissional.''
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A afinidade de Mara com a superior é tanta que muitos acreditam que ela controla a agenda da diretora. ''Essa relação próxima ajudou na minha ascensão, mas não foi só isso que contou'', assegura. Rosane aprova esse comportamento. ''Não há nada melhor que alguém agradável, com bom humor e ainda eficiente'', diz a chefe.
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Nem todos concordam. ''Considero péssimo. Sempre deixo claro que comigo não funciona'', comenta Oswaldo da Costa Caldeira Júnior, supervisor de vendas de uma concessionária paulista. Quem comanda sabe se está diante de um bajulador ou de alguém disposto a ter apenas um bom relacionamento. É evidente que sabe. E, por mais que não admitam, muitos até adoram ter por perto alguém sempre disposto a afagar seu ego. O subordinado é quem geralmente fica no escuro e leva tempo para descobrir qual a postura certa para agradar. Nos mais tímidos, o medo de parecer um desprezível puxa-saco pode levar à atitude inversa. Dirigem o mínimo possível a palavra a quem ocupa um alto cargo na hieraquia e oferecem biscoitos para todos, menos para essa pessoa.
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M de Mulher - O portal da mulher brasileira

As estrelas brilham na escuridão

Muitos presidentes e CEOs foram bastante elogiados no passado pelo desempenho extraordinário das empresas que dirigem, refletido em sua expansão, receita, lucro e valor de mercado. Mas desde que os resultados das empresas têm sido piores que o esperado como consequência natural da crise financeira deflagrada em Setembro de 2008, muitos têm se perguntado se o sucesso dessas empresas era realmente fruto de uma competência empresarial diferenciada ou apenas fruto da situação extraordinária que o mercado internacional ofereceu na última década ­­­­‑ capitaneada pela expansão na China. Para citar apenas um exemplo notório, essa polêmica questão tem rondado a cabeça de muitos analistas, investidores, acadêmicos e observadores do desempenho da Vale, empresa cujo brilho tem sido diretamente proporcional à capacidade do mercado de comprar as commodities que produz.
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Os momentos de crise sempre expõem esse tipo de situação. Essa é a hora da verdade: ou as empresas se superam, reinventam o business e mostram competências inovadoras ou ficam ao sabor dos acontecimentos e rezam para que a próxima onda de crescimento econômico ofusque suas deficiências internas.
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Um dito popular deve ser sempre observado: “as estrelas brilham na escuridão”. Os grandes líderes, em vez de justificarem os desacertos devido às intempéries das circunstancia, são aqueles que brilham nos momentos em que as nuvens se formam nos horizontes. Em vez de esperar que situações inesperadas ou indesejadas ocorram para então fazer um turnaround de superação, são aqueles que fazem mudanças proativas, se antecipam e dotam suas empresas de alta flexibilidade para rapidamente prosseguir rumo ao seu porto de destino.
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César Souza
Consultor, palestrante e presidente da Empreenda, autor de “Você é o Líder da Sua Vida?” (Editora Sextante) e "Você é do Tamanho dos Seus Sonhos" (Editora Ediouro). Apontado pelo World Economic Forum como um dos "200 Global Leaders for Tomorrow". Blog do Líder.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Entre o público e o privado

Com o mercado de trabalho cada vez mais concorrido, disputado e instável em alguns setores, os profissionais são atraídos para carreiras públicas com o objetivo de garantir estabilidade, jornadas de trabalho reduzidas, qualidade de vida, salários atrativos e o benefício da aposentadoria integral.
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Antes, no entanto, de iniciar ou migrar para o setor público, deve-se estar convencido e consciente de que essa troca e/ou escolha vale a pena. Afinal, as decisões da carreira pública são mais demoradas e a tão sonhada segurança pode gerar acomodação e desmotivação ao longo do tempo, dificultando, no futuro, uma possível retomada para o mercado corporativo.
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Ao ingressar na carreira pública, é fundamental que o profissional continue a investir e gerenciar sua carreia, realizando cursos para atualizações, capacitações e se mantendo informado sobre o mercado. Assim como ocorre no mercado coorporativo, o serviço público também está se aperfeiçoando e investindo em seus recursos humanos. Estão sendo utilizadas ferramentas de avaliação de desempenho para medir performances e resultados, o que estimula os profissionais a progredir e estabelecer um plano de carreira interno.
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É certo de que há diferenças entre esses dois mundos, fatores prós e contras para ambas as carreiras. O importante é realizar uma reflexão sobre o seu perfil profissional e pessoal para que sua escolha seja feita e seu sucesso seja garantido. (Jornal da Tarde – 05/10/09)
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Melina Graf
Gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos.
E-mail: melinagraf@ricardoxavier.com.br

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