segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Michael Porter - Uma estratégia competitiva para as empresas brasileiras

Um dos maiores especialistas do mundo em estratégia, Michael Porter abriu o terceiro dia da ExpoManagement 2009 chamando a atenção para as mudanças trazidas pela crise.
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Michael Porter abriu o terceiro dia de palestras da ExpoManagement 2009 chamando a atenção para duas coisas que estão acontecendo no momento estratégico das empresas. A primeira, explicou, é que estamos no meio de uma crise econômica e muitos setores sofreram a desaceleração. “A crise estimulou uma atividade tremenda dentro da empresa. Estamos fazendo mudanças rápidas e notáveis no jeito de fazer negócios”. Porter afirmou que nesta crise há muitos desafios e oportunidades, o que torna mais importante ter uma idéia clara e precisa de estratégia. “Isso afeta a atitude e o pensar de muitos gerentes”.
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A segunda, é que na avaliação dele, o Brasil está avançando. “Não me lembro de uma época tão promissora”, declarou, enfatizando que o País está indo muito bem. “Há uma espécie de energia no ar”. Porter afirmou que o crescimento do Brasil vai ser relativamente rápido, e o planejamento estratégico se faz importante neste momento. "Nenhuma empresa quebra por ser lucrativa demais. Mas ela quebra por crescer rápido demais", declarou. É preciso tomarmos muito cuidado com o desenvolvimento dos negócios para não andar rápido demais. As empresas brasileiras estão bem posicionadas para transformar crise em oportunidade. Isso só vai acontecer se houver clareza no pensamento estratégico.
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domingo, 6 de dezembro de 2009

Network: invista nessa rede para conseguir uma boa vaga


No cenário atual, ter a habilidade de desenvolver o relacionamento interpessoal é requisito essencial para o sucesso na vida profissional. Como a maioria das contratações acontece por meio de indicações, muitas vagas são preenchidas sem que haja a necessidade de as empresas divulgá-las no mercado. Por isso, quem sabe cultivar uma boa rede de relacionamentos – ou network, termo cada vez mais comum no mundo dos negócios – tem chances muito maiores de conseguir uma boa posição no mercado de trabalho.
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É claro que não basta apenas conhecer pessoas. Para que o network realmente seja eficiente, o profissional tem de manter contato com as pessoas, ou seja, fazer-se presente. De nada adianta ter uma rede ampla e com contatos interessantes se o relacionamento não é desenvolvido. Por isso, o profissional deve sempre contatar as pessoas que compõem sua rede, seja para cumprimentar em datas especiais, agendar encontros, repassar informações que considere úteis – claro, levando sempre em consideração os interesses pessoais e profissionais de cada um –, enfim, o importante é sempre manter a rede ativa, pois, com isso, o profissional terá a certeza de que, se precisar, certamente será lembrado.
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Vale destacar que o network deve ser usado sempre como uma espécie de parceria, na qual todos trocam informações e se ajudam mutuamente. Assim, não se pode apenas pedir favores e informações e se esquecer da reciprocidade. Esta, aliás, é a qualidade essencial para que a rede de relacionamentos funcione de forma eficiente. Portanto, esteja sempre atento às necessidades das pessoas que fazem parte do seu círculo de contatos. Demonstrar disponibilidade e interesse é fundamental para que se consiga desenvolver e, principalmente, manter os relacionamentos.
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A principal dica para ampliar a rede de relacionamentos e, consequentemente, otimizar as chances de boas indicações é que o profissional procure sempre estar onde as coisas acontecem. Investir em cursos e ir a eventos são bons exemplos disso. Nesses locais, reunem-se diversas pessoas que, além de buscar novas informações e atualizações de suas áreas de interesse, também estão interessadas em desenvolver seus círculos de contato. Portanto, invista nessa ferramenta e desfrute os benefícios que ela, certamente, lhe trará!
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Gisele Andriotti
Consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos
E-mail:
giseleandriotti@ricardoxavier.com.br

domingo, 29 de novembro de 2009

Liderança Feminina: as armas das mulheres para desbravar o mercado de trabalho


Podemos perceber, no mundo corporativo atual, um crescente aumento do número de mulheres em cargos de liderança. Levantamento feito pela Catho Online no começo deste ano revelou que hoje elas representam 21,43% dos cargos mais elevados (presidentes e CEOs), sendo que eram apenas 10,39% há doze anos.
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Mas existe alguma diferença no estilo de gerenciar, de liderar, das mulheres para os homens? Para Carolina Stilhano, gerente de comunicação da Catho Online, existem sim, e os motivos para isso possuem raízes bem profundas. “Desde pequenas, nós mulheres fomos criadas com a crença da família. Muito crianças, ganhamos bonecas, utensílios de casinha, bebês que choram, e neste momento aprendemos que já temos de ter muita responsabilidade ao cuidar de outros seres humanos, organizar uma casa, e muito mais. É comum em famílias onde se há meninos e meninas, as meninas ajudarem as mães nas tarefas domésticas, enquanto os meninos iam brincar com os amiguinhos. Crescemos e percebemos que o mundo é muito competitivo, e mesmo na escola, no trabalho, a mulher continua sendo a pessoa que cuida e faz várias coisas ao mesmo tempo. Somos pessoas não-lineares, enquanto os homens são mais objetivos e diretos. Tenho a impressão que, por todo este jogo de cintura, as mulheres consigam ter mais sensibilidade em perceber quando sua equipe pode produzir mais e quando não pode. Por elas serem mais emotivas que os homens, e por uma questão natural do corpo (gestação), as mulheres acabam fazendo tudo ao mesmo tempo, e de forma eficaz. Não que os homens não sejam produtivos, ao contrário, são pessoas que se complementam”, afirma ela.
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Para Bia Fioretti, diretora de criação de brand environment e trade marketing da 141 Sohosquare, agência do grupo WPP, o estilo de liderança entre homens e mulheres se diferencia na observação, na flexibilidade, na tolerância, e na capacidade de conhecer profundamente sua equipe, tanto do ponto de vista racional como emocional, e conseguir, assim, saber a capacidade que cada um tem para oferecer e desenvolver. “As mulheres conseguem perceber algumas coisas a mais. O fato de ser mulher já foi usado, muitas vezes, como uma grande desculpa, como um clichê de intolerância nas dificuldades do dia a dia, mas é o contrário: por usar a intuição e bom senso, as mulheres são profissionais que estão sempre atentas”, diz Bia. Já Carolina entende que os homens costumam ser mais objetivos, diretos, racionais e lineares, enquanto mulheres são exatamente o oposto, subjetivas, emotivas, indiretas e não-lineares. Para ela, o ideal é que os novos líderes, independente do sexo, encontrem um equilibro de atuação entre estas qualidades, pois na carreira de todo profissional haverá momentos em que é preciso ser objetivo, porém, em outros, não.
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“É muito importante ter equipes mistas. São energias diferentes de pessoas que se complementam e têm uma sinergia no trabalho. Pelo fato das mulheres também fazerem várias associações ao mesmo tempo, elas conseguem, às vezes, ter mais associações e visão de negócio, que muitos homens, em um primeiro instante, não perceberiam. Basta fazer o teste do supermercado: um homem e uma mulher precisam ir ao mercado para comprar um xampu. Certamente o homem vai ao mercado, na gôndola dos xampus, pega um, paga e volta rapidamente para casa. A mulher não, ela não consegue objetivamente comprar apenas o xampu, ou ir apenas às gôndolas dos xampus. Ela passará pelas frutas, pelos eletrodomésticos, pelos laticínios, encontrará alguém conhecido, conversará, fará alguma associação pensando no trabalho, pode até gerar algum negócio no mercado! E, obviamente demorará muito mais para retornar. O que o homem faria em 30 minutos, a mulher demorará 1 hora e meia”, completa Carolina.
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Ainda é comum pensarmos que as mulheres precisam enfrentar muitas dificuldades para chegar onde estão: precisam provar o tempo inteiro que são capazes, que podem desempenhar as mesmas funções de seus parceiros do sexo oposto com a mesma eficiência, e enfrentar concorrência. Porém, tanto Bia quanto Carolina garantem que não é bem assim. “Eu não sinto essa diferenciação por sexo há muitos anos. Porém, para mim foi vital ter encontrado um nicho de trabalho tão específico, porque ser uma mulher, com 47, e trabalhar com criação publicitária (onde o perfil de profissionais é muito jovem), é um grande desafio. Para mim, o desafio e a competitividade são maiores na reciclagem, em manter-me na vanguarda, em me fazer ser respeitada diante da diversidade dos novos meios de comunicação, dos novos profissionais, do que das pessoas da minha geração. Meu maior desafio está na idade, e não no sexo”, completa Bia.
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A conquista do sucesso profissional também parece ser um pouco diferente para mulheres e homens. Antes de dinheiro, cargos e status, mulheres tendem a pensar mais em realização profissional. Carolina diz que, para ela, sucesso profissional é fazer aquilo que se ama. Se um profissional não tem relevância pelo seu trabalho, se nada daquilo que faz é importante para ele, certamente não chegará a lugar algum. “Deve ser horrível acordar todas as manhãs e ir para um lugar do qual você não gosta. Não gosta das pessoas, não gosta do trabalho, não se habitua com nada daquilo. Quando realizamos algo que nos dá prazer, que realmente é relevante para nós, tudo fica mais fácil. Isto sim é alcançar o sucesso profissional. O restante, como dinheiro, status, benefícios e amigos, é consequência. Conheço pessoas que trocaram toda a loucura e o estresse da cidade grande para montar um pequeno negócio na praia, e são muito felizes. Assim, como também conheço faxineiros e lixeiros que limpam as ruas e os ambientes com o sorriso estampado no rosto. Nós queremos é ser felizes, e, para isto, precisamos encontrar aquilo que nos faz feliz. Este é o grande caminho. Aí está o segredo. Portanto, a culpa não é do governo, não é do seu chefe, não é da empresa, não é de ninguém. A culpa é somente sua. Não gosta do que faz? O que te impede de mudar? Não gosta do seu chefe? Demita-o! A empresa que você trabalha, na verdade não era a empresa que você gostaria de trabalhar? Então vá atrás da empresa dos seus sonhos. A empresa só te usa? Comece a usá-la também! Ou ainda se seu grande sonho é ter uma profissão totalmente diferente desta, o que o impede? O sucesso profissional quem faz é você, portanto mãos à obra!!!”, finaliza Carolina.
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O perfil da executiva brasileira
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Segundo um estudo da Caliper, consultoria global em gestão estratégica de Talentos, em parceria com a HSM, executivas mulheres são muito mais persuasivas, assertivas, empáticas, flexíveis e dispostas a se expor a riscos do que líderes masculinos.
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Para atingir a liderança, a pesquisa revelou que o obstáculo mais citado pelas entrevistadas foi ter que provar sua competência (42%). Conciliar família e trabalho, um dos mitos mais presentes ao se falar de desenvolvimento de carreira das mulheres, provou ser o item que menos interfere no alcance da liderança, com apenas 3% de citação.
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As principais diferenças entre o estilo de gestão feminino e masculino, apontados pela Caliper, foram:
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- a mulher busca mais o bem estar das pessoas (é mais maternal), enquanto o homem é muito mais orientado a si próprio (25%);
- a mulher consegue administrar inúmeras atividades, olhar tudo de forma mais ampla, enquanto o homem é mais focado e objetivo. Porém, a mulher sabe quando é necessário focar (15%);
- a mulher é muito mais intuitiva (13%); - a mulher é mais humana, dócil e usa mais a emoção. Os homens são mais frios, práticos e calculistas. O homem é mais focado no poder (12%);
- a mulher é mais detalhista (8%);
- a mulher é mais ágil e tem maior facilidade na tomada de decisão (5%);
- a mulher tem mais flexibilidade (5%);
- sob o ponto de vista de negócio, são equivalentes, não há diferenças (5%);
- a mulher tem uma capacidade de ver e ouvir maior do que a do homem (3%);
- a mulher tem mais paciência para esperar resultados em longo prazo (3%);
- a mulher consegue buscar o que cada profissional tem de melhor (2%);
- a mulher dá mais voltas para chegar onde quer, é menos direta (2%);
- a mulher, frente a um problema, respira, pensa e consegue buscar soluções. Homem é mais ansioso na mesma situação (2%).
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sábado, 21 de novembro de 2009

Como dar feedback para profissionais da geração Y

Na rede de fast-food McDonald’s, sete em cada dez dos 37 000 funcionários têm menos de 21 anos. É uma população de pessoas da Geração Y, aquela formada por profi ssionais nascidos após 1980. Luís Bueno, diretor de RH da empresa, orienta os líderes a conversar sempre com os jovens. Como em outras companhias, o McDonald’s está descobrindo que a Geração Y é uma consumidora voraz de feedback. “Essas pessoas querem saber o que fazer para crescer na carreira, por isso a avaliação é importante”, diz Luís. De acordo com a pesquisa Empresa dos Sonhos 2009, realizada pelo Grupo DMRH, consultoria de RH de São Paulo, 54% dos 26 000 jovens profi ssionais brasileiros exigem orientação constante. “Eles precisam se sentir seguros”, diz a consultora Sofi a Esteves, do Grupo DMRH. Um exemplo é o administrador paulistano Henrique Striker, de 25 anos, gerente de mercado da Telhanorte, rede de lojas de material de construção.
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Formado em 2007, foi promovido de trainee ao posto atual em menos de um ano e atribui o crescimento à insistência em pedir feedback. “Saber como está o meu trabalho é tão importante quanto o resultado de um projeto”, diz Henrique. Para os gestores, um conselho: não esperem os momentos pré-estabelecidos pela empresa para falar sobre o desempenho dos jovens. “O feedback formal não é sufi ciente”, diz Rodrigo Guimarães, de 28 anos, gerente sênior da farmacêutica Quintiles. “Encaro essas situações como avaliação fi nal, quando não dá tempo de consertar erros”, afi rma.
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Por serem menos cerimoniosos em relação aos mais velhos, os jovens veem o feedback como conversa informal. “Quero liberdade para conversar com meu chefe”, diz Jaqueline Ferreira, de 25 anos, gerente do McDonald’s. Na rede de lanchonetes, ela não só pode, como deve agir assim. “Recebemos pela intranet 30 mensagens por mês com críticas e sugestões”, diz Luís. A companhia também dá feedback por meio de SMS. Quando atingem grandes resultados, os funcionários recebem torpedos. Mas Lúcia Menezes, diretora de RH da Andrade Gutierrez, alerta que às vezes é preciso ser formal com essa turma. “Muitos não encaram a troca diária como feedback. É importante avisar o funcionário quando ele está passando por avaliação”, diz.
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54% dos 26 000 jovens profissionais brasileiros querem ter orientação constante no trabalho
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CLAREZA É FUNDAMENTAL
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Uma das atitudes que mais agrada a esse pessoal é a precisão das informações. O feedback ideal deve ser direto e bem embasado. “Até a crítica negativa pode ser bem recebida se o gestor provar seus pontos de vista”, diz Sofi a, do DMRH. E os chefes também precisam ouvir. Os da Andrade Gutierrez estão bem nesse quesito. A empresa entrevistou 260 funcionários e descobriu que 89% deles consideram que os gestores aceitam opiniões. “É um bom indicativo de que a atitude da liderança está mudando”, diz Lúcia.
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TODOS NO MESMO TIME
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A turma da Geração Y só obedece a pessoas que admira. Sofi a explica: “Eles seguem apenas chefes nos quais podem se espelhar.” Para conseguir respeito, um bom caminho é mostrar que gestor e subordinado fazem parte da mesma equipe. “Ao perceber que o esforço deles é fundamental para o crescimento da empresa, os jovens trabalham com mais entusiasmo e criatividade”, diz Luís Felipe Cortoni, sócio- diretor do Ateliê de Pesquisa Organizacional, responsável por estudos que investigam a relação entre líderes e Geração Y.
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sábado, 14 de novembro de 2009

Cuidado com as Técnicas e Macetes Gerenciais



Técnicas de gerenciamento humano são eficientes na medida em que nossos interlocutores ignoram que elas são o que são: técnicas. Quando os subordinados desconfiam que o superior está aplicando receitas de um livro ou seminário sobrevém a sensação de manipulação, falta de sinceridade e de transparência.
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É difícil discordar, mesmo porque os relacionamentos humanos pautados em técnicas de comunicação, valorização, motivação, negociação, feedback, etc., enfraquecem no lugar de fortalecer o próprio relacionamento HUMANO.
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Imaginem alguém se vangloriando de ser especialista em motivar terceiros, em amizade, empatia ou em influenciar a equipe. A idéia lhe parece simpática? É bem diferente quando essas coisas são feitas espontânea e naturalmente em função das atitudes e condutas do gerente.
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Quando a técnica se sobrepõe à vocação, o subordinado, diante de um elogio, em vez de relaxar e usufruir, sente uma leve tensão, pois logo pensa que ato contínuo vem uma bomba que é, para todos os efeitos, a verdadeira razão da conversa. Aliás, só se tranqüiliza quando ouve a bronca que lhe assegura que suas teorias sobre os macetes gerenciais são legitimas: - “Esse sim, é o meu chefe.”
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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

'Educação Financeira: o empreendedor, a empresa e o fluxo de caixa'



A saúde financeira da empresa não é independente da saúde financeira do empreendedor. Nem sua credibilidade.
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A gestão adequada de quando aplicar no banco, investir na empresa, retirar o lucro ou fazer novos empréstimos é um quebra-cabeça que impacta o futuro do negócio. E em pequenas e médias empresas é muito frequente que os caixas do empreendedor e do negócio se confundam.
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No próximo workshop Claudio Yutaka Fukasawa discutirá até que ponto isso é aceitável, o que deve ser evitado e como as instituições financeiras enxergam isso.
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Participe! O evento faz parte da Semana Global do Empreendedorismo e as vagas são limitadas.
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Claudio Yutaka Fukasawa. Bacharel em Matemática Aplicada e Computacional pela Universidade de Campinas, com Especialização em Marketing Estratégico pela ESPM e MBA em Finanças pela FIA-USP. Atualmente é Superintendente Executivo de Pequenas Empresas do Grupo Santander Brasil. 10 anos de experiência no mercado financeiro com atuação em Riscos de Crédito e Database Marketing. Atuou como gerente comercial na Armada Group, multinacional holandesa especializada em Corporate Identity.
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Este evento é gratuito. Faça sua inscrição clicando aqui.

sábado, 7 de novembro de 2009

Os riscos de permanecer na zona de conforto

Tudo vai bem, quando a tranquilidade torna-se uma constante. Não há surpresas desagradáveis, a rotina no trabalho não exige muito do colaborador. Contudo, apesar de acreditar que está em uma situação confortável, ele não imagina que a chamada zona de conforto em nada é benéfica à sua carreira e pode comprometer seriamente o desenvolvimento profissional.
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Nada há de errado em querer sentir-se seguro e confortável, mas o meio organizacional exige cada vez mais que as pessoas trabalhem novas competências, sejam técnicas ou comportamentais. Afinal, a competitividade é uma realidade e quem não acompanha as tendências do mercado corre o risco de perder espaço para a concorrência. Abaixo, algumas alternativas e motivos para que os trabalhadores fiquem bem longe da zona de conforto e digam "NÃO" à acomodação.
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1- Em um mercado em que as informações circulam em uma velocidade cada mais acentuada, é preciso estar "conectado" às novidades que surgem na sua área de atuação e aos assuntos que estão relacionados ao negócio.
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2- A zona de conforto tem um aliado "invisível": a falta de comunicação interna. Quem não sabe o que ocorre na organização em que atua pode deixar, por exemplo, de participar de algum treinamento ou reciclagem. Por isso, procure manter-se bem informado com as iniciativas promovidas pela área de Treinamento & Desenvolvimento. É fundamental obter informações em fontes seguras, não esqueça esse detalhe.
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3- Com os constantes processos de mudança, os profissionais deparam-se com inovações e essas, por sua vez, pedem adaptações. Quem insiste em se manter na zona de conforto, certamente sentirá um impacto maior ao ter que lidar com o novo, o inesperado. Isso, muitas vezes, leva o profissional a se desligar da organização.
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4- A zona de conforto é um caminho perigoso, pois com o passar do tempo o profissional assimila a rotina de tal forma, que não encontra motivação para exercer suas atividades. Muitos deixam de valorizar até o próprio potencial.
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5- Quem senta na cadeira e espera as coisas acontecerem, geralmente observa que outros profissionais estão em escala de ascensão na carreira. Isso pode provocar inveja, sentimentos de rejeição em relação à liderança e à organização. Esses sentimentos não agregam valor algum nem ao profissional e à empresa.
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6- Quando o funcionário cai na armadilha da falta de motivação - em decorrência de se estagnar na zona de conforto - o estresse pode aparecer e junto com ele sintomas que afetam tanto o lado emocional quanto o orgânico. Baixa autoestima, enxaquecas, alteração na pressão arterial, problemas gástricos são comuns nessa fase.
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7- Para quem não deseja cair nas armadilhas e nas consequências que a zona de conforto pode proporcionar, uma alternativa é abrir espaço para a oxigenação, a troca de experiência e de informações com outros profissionais que podem estar ao seu lado. Lembre-se que você sempre pode ensinar e também aprender com seus pares e que a bagagem de conhecimento é um patrimônio seu.
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8- Muitos colaboradores chegam ao período da aposentadoria e sentem que algo a mais poderia ter sido feito? Que a vida "passou" e nada fez de valor. Isso pode ocorrer porque a pessoa não desenvolveu seu potencial. Não é "do nada" que os casos de depressão acontecem quando o profissional ingressa nessa nova etapa da vida - período em que deveria aproveitar para realizar uma atividade empreendedora, dedicar mais tempo a quem ama e engajar-se em atividades que lhe dão prazer. Você quer fazer parte do grupo: o tempo passou e não fiz nada com minha vida? Acredito que não!
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9- As pessoas que optam por ficar longe da zona de conforto vão em busca do desenvolvimento de novas competências. Elas não esperam apenas que empresas ofereçam ferramentas. Elas criam oportunidades e aumentam as chances de empregabilidade.
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10- Se você reconhece que está na zona de conforto, esse é o primeiro passo para sair dela. Um bom começou é ter uma conversa com seu gestor e trocar ideias com ele. Mostre seu interesse em querer evoluir. Pergunte que ferramentas a empresa oferece para seu desenvolvimento profissional. Esse bate-papo pode gerar surpresas agradáveis e bons frutos para seu futuro.
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Patricia Bispo
Acesse este e outros artigos no maior portal de RH da internet: www.rh.com.br

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Como conquistar o emprego dos sonhos


Dramaturgo. CEO de empresa multinacional. Presidente da República. Zelador de ilha paradisíaca. Cantora Pop. Jogador de futebol. Diretor de cinema. Atriz de Hollywood. Piloto de Fórmula 1. Top Model. Quando questionadas sobre qual seria seu emprego dos sonhos, essas são algumas das respostas que costumamos ouvir das pessoas. Algumas têm coragem para expor essas vontades. Outras sonham com isso secretamente, pois entendem que é pouca a possibilidade desse sonho se tornar real.
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Porém, se pudéssemos trazer o tão falado emprego dos sonhos para uma realidade palpável, como ele seria? Existe um ideal tangível para emprego dos sonhos? Por mais difícil que seja acreditar, sim, existe. De primeira impressão, podemos pensar que ele se materialize na forma de ganhar dinheiro, benefícios, ter conforto. Mas conversando com os especialistas a respeito, descobrimos uma outra realidade; os profissionais não querem só bens materiais. Eles querem, na grande maioria das vezes, se sentir úteis, insubstituíveis, ter oportunidades de crescer e de contribuir. Eles querem desenvolvimento de carreira. Querem desafios.
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  ©Template by Dicas Blogger.

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